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páginas no Google. Nenhum dos dois tem site
Levantamos os dois perfis do Instagram, os links da bio, o Google, o Google Maps e o que as IAs respondem sobre cada um. A autoridade é enorme: professor da Unifor, palestrante no maior congresso de bucomaxilo da América Latina, mestre, 87 mil seguidores. O que falta é a estrutura que mostra isso a quem está procurando tratamento.


páginas no Google. Nenhum dos dois tem site
botões dela. O Linktree abre a página de outra pessoa
avaliação, em 2022, numa ficha sem dono
indicações em 2 perguntas sobre as especialidades deles
seguidores somados, com perfil verificado
Instagram, link da bio, Google e IA são quatro portas para o mesmo consultório. Hoje, cada uma leva a um lugar diferente, e duas delas levam a lugar nenhum.
O link da bio leva a um Linktree com o nome "@ilmasilva, Lash designer", sem nenhum botão dela. Quem clica, sai.
Com a foto, as especialidades, o WhatsApp em destaque, o site do Instituto e os artigos do blog.
Os dois botões são o WhatsApp direto e as referências bibliográficas de otoplastia, que servem a colegas, não ao paciente.
Ortognática, otoplastia e implantes em um toque. Os colegas continuam tendo a área de referências, no lugar certo.
Para ortognática, otoplastia, implante zigomático, HOF, DTM e bucomaxilo em Fortaleza, nenhum dos dois aparece na 1ª página.
Cada busca encontra uma página do Instituto Freire escrita para ela, com endereço, avaliações e o botão do WhatsApp.
A IA recomenda outros cirurgiões e outros dentistas. Sobre a Dra. Erika, responde que "não conseguiu confirmar quem é".
Site, ficha do Google, blog e diretórios dizendo a mesma coisa. É assim que a IA passa a citar alguém.
O link da bio é o único lugar clicável do Instagram. É por ali que o seguidor vira paciente. Hoje ele não cumpre esse papel em nenhum dos dois perfis.
linktr.ee/Erikafrancofreire → título "@ilmasilva", descrição "Lash designer", 0 links, ícones para @flow.arts.beauty
"(85)988998302-32643535": dois números colados, sem botão de contato configurado
2 links: wa.me direto + pasta do Google Drive "Referências bibliográficas OTOPLASTIA FACE TEAMS"
sem site, sem blog, sem página de tratamento: tudo que é construído no Instagram fica no Instagram

O que abre ao tocar no link da bio da Dra. Erika · print de 01/10/2026

Especialista▫️Mestre▫️Professora • Harmonização Orofacial • Ortodontia • DTM • Estética Oral & Facial ☎️(85)988998302-32643535

👨🏻⚕️Médico e Cirurgião BucoMaxiloFacial 📚Prof. dos cursos de Medicina e Odontologia da UNIFOR 🗒Coord. Pós-grad. em Implantodontia da ACO 📞Consultas
O Google Maps é onde o paciente decide entre três ou quatro opções perto dele. A única ficha que encontramos é a do consultório do Dr. Wagner, e ela não foi reivindicada: qualquer pessoa pode sugerir mudanças nela. Para a Dra. Erika, não há ficha.
o Google exibe "Reivindicar esta empresa": ninguém responde por ela
sem domínio, não há Search Console nem como provar ao Google quem são, onde atendem e o que tratam
quem busca cirurgião bucomaxilofacial, ortognática ou otoplastia não é direcionado a essa ficha
3 buscas no Maps pelo nome dela: apareceram outras Erikas e Éricas dentistas, nenhuma é ela
Reprodução da ficha com os dados coletados no Google Maps
Google e IAs cruzam nome, especialidade, endereço e telefone entre as fontes para decidir em quem confiar. Quando cada fonte diz uma coisa, eles confiam menos em todas. Quando não há fonte nenhuma, como no caso dela, eles respondem com outra pessoa.
Busca "dra erika franco" no Google Brasil: 1º lugar é o Instagram dela; dos outros 8, seis são outras profissionais com o mesmo nome: uma dentista de outra clínica brasileira, uma Erika do Escavador, uma enfermeira e duas dentistas nos EUA e uma clínica no exterior.
Cada vez mais paciente pergunta ao ChatGPT, ao Gemini ou ao Perplexity antes de pesquisar no Google. A IA só cita quem encontra em fontes confiáveis: sites, fichas do Google, diretórios e artigos. Fizemos quatro perguntas reais, em português.
Teste feito em 01/10/2026 com o modelo Sonar (Perplexity), que pesquisa na internet antes de responder. Respostas resumidas, sem alterar o sentido. O Instagram quase não entra como fonte: a IA lê sites, fichas e diretórios.
Buscas reais no Google, em português, a partir do Brasil. Quem ocupa a primeira página tem site próprio, página no Doctoralia ou uma página dedicada ao tratamento.
Busca feita em 01/10/2026 pelo Apify (Google Brasil, português, 1ª página), em 10 termos. Também ficaram de fora em "cirurgião bucomaxilofacial fortaleza", "otoplastia fortaleza" e "tratamento dtm fortaleza". Pelo nome, os dois aparecem só pelo Instagram. A posição varia de pessoa para pessoa; a ausência, não.
Palco do COBRAC, temporada nos Estados Unidos, sala de aula na Unifor, casos de zigomático, mestrado, 2 mil publicações. É exatamente o tipo de prova que o Google e as IAs usam para decidir quem é referência. Nada disso está numa página que eles consigam ler.




congressos, hands on, cursos; só 2 respondem dúvidas de paciente
média de 86 curtidas nos 12 últimos posts dela, perto de 0,1% da base
consulta ao registro.br em 01/10/2026: disponível para registro
Todo paciente passa pelas mesmas cinco etapas antes de marcar. Em cada uma, contamos as portas que deveriam existir e quantas funcionam de fato. A porcentagem em vermelho é a parte da etapa que hoje não funciona.
Onde o paciente ouve falar deles ou procura um especialista.
O momento em que o interessado sai do Instagram ou do Google para saber mais.
O que o paciente confere antes de chamar: quem é, se trata o caso dele, o que outros pacientes dizem.
Os caminhos que chegam ao WhatsApp do consultório.
A conversa que vira consulta, e o consultório sabendo de onde ela veio.
Quem insiste apesar de tudo: seguidores antigos e indicações diretas. A demanda de quem pesquisa no Google, no Maps e nas IAs vai para outros consultórios.
Como calculamos: em cada etapa, a porcentagem é o número de portas que não funcionam dividido pelo número de portas avaliadas (canais em parte contam como meio). Na etapa 2, o peso é a audiência de cada perfil. Não é taxa de conversão de mercado: é a contagem do que encontramos nos dados de 01/10/2026.
Cada achado deste relatório tem um lugar no projeto. Nada depende de gravar anúncio ou de investir em mídia: é estrutura que trabalha sozinha, todos os dias.
A autoridade, o conteúdo e a audiência eles já têm. Esta proposta constrói a estrutura que faz o paciente encontrar os dois quando pesquisa um tratamento, confiar antes de chamar e chegar ao WhatsApp sabendo o que quer. Sem gravar anúncio e sem R$ 1 de verba de mídia.


Ninguém marca uma ortognática ou uma harmonização no primeiro vídeo. A pessoa assiste, pesquisa o nome, pergunta a uma IA, confere avaliações e procura quem explica o tratamento. O projeto coloca a resposta certa em cada um desses lugares.
Quem busca "ortognática Fortaleza" ou pergunta ao ChatGPT por uma especialista em HOF encontra o Instituto Freire, com página do tratamento, ficha completa e avaliações.
Os dois especialistas, cada tratamento explicado, a trajetória de professor e palestrante e as respostas às dúvidas que os pacientes já mandam no direct.
Do Instagram ao WhatsApp em um toque, passando pelo tratamento certo. No lugar do Linktree que hoje abre a página de outra pessoa.
O Google encontra. A IA recomenda. O site convence. O biolink encurta. E o WhatsApp recebe um paciente que já escolheu.
Quatro peças que se apoiam. Cada uma resolve um achado do relatório e, juntas, formam a estrutura que posiciona o Instituto Freire no Google e nas respostas das IAs.
Uma marca para os dois especialistas, como uma clínica só. Feito para o Google ler, para a IA citar e para o paciente agendar.
Um site rápido, no domínio próprio, com uma página para cada busca importante. Cada página responde a uma pergunta real, mostra quem trata e termina no WhatsApp.
Um para @dra_erikafranco e outro para @drwagnerfreire, com a identidade do Instituto e a cara de cada um.
Substituem o Linktree quebrado e o link direto do WhatsApp. Cada perfil ganha uma página curta que leva ao site, ao WhatsApp ou ao blog, com os tratamentos daquele especialista em destaque.
Dra. Erika FrancoEspecialista, mestre e professora
Dr. Wagner FreireMédico e cirurgião bucomaxilofacialArtigos que respondem o que o paciente pesquisa e levam o tráfego para a página do tratamento.
O blog é o que faz o site crescer no Google mês a mês e o que as IAs mais usam como fonte. Cada artigo tem fontes, perguntas frequentes e um caminho claro para o WhatsApp. A estrutura sai pronta, com 6 artigos iniciais, e ganha novos textos na manutenção mensal.
Já é dúvida respondida em reel. Vira artigo e ranqueia.
Tema da palestra dele no COBRAC 2026.
Busca com pouca concorrência em Fortaleza.
Desdobra o post "Consigo ficar igual a quando era mais jovem?".
Pergunta clássica de quem já pesquisa o procedimento.
Busca de sintoma: quem pesquisa está pronto para tratar.
A ficha que hoje está sem dono, reivindicada, completa e ligada ao site.
É a peça que coloca o Instituto no mapa, literalmente. Quem busca um especialista perto de casa decide pela ficha: nota, fotos, horário, avaliações e o botão de ligar.
Qualquer pessoa publica um site. O que se propõe aqui é uma estrutura pensada para busca, para IA, para confiança e para medir o que traz paciente.
| O que a estrutura faz | Hoje | Site comum | Instituto Freire · Sales Land |
|---|---|---|---|
| Aparece no Google pelo nome e pelo tratamento | |||
| Uma página para cada tratamento | |||
| Schema de médico, dentista e clínica | |||
| Preparado para ser citado pelas IAs (GEO) | |||
| Blog com as dúvidas reais dos pacientes | |||
| Search Console vinculado à ficha do Google | |||
| Biolink próprio em cada perfil | |||
| WhatsApp com a mensagem do tratamento | |||
| Medição de cada clique | |||
| Manutenção mensal de blog e ficha |
O Google e as IAs recomendam quem tem autoridade comprovada em fontes públicas. Poucos profissionais em Fortaleza têm o currículo deste casal. O trabalho é colocar isso onde o paciente e os buscadores leem.
O mesmo padrão de site, com páginas por serviço, schema, Search Console e WhatsApp medido, já roda para clientes da saúde e de Fortaleza.

Harmonização orofacial · Fortaleza
draleticiamarq.com.br

I.A e CRM para odontologia e HOF
clin.salesland.com.br

Messejana · Fortaleza
comunidadecaminhar.com.br
"A IA não conhece quem não tem fonte. O Instagram mostra o trabalho; o site, a ficha e o blog provam quem fez."
O princípio por trás do projetoToda semana tem gente em Fortaleza pesquisando ortognática, implante, harmonização e dor na mandíbula. A conta abaixo mostra 12 meses de estrutura trabalhando. O ticket é editável: coloque o valor médio de um procedimento.
Cenário, não promessa: depende do volume de busca, da agenda e da conversão da equipe. Não conta indicações nem retornos. O ponto é outro: com o ticket acima, o projeto se paga no 1º procedimento que chegar pela estrutura.
A estrutura fica no nome deles: domínio, site, ficha, avaliações e histórico acompanham o Instituto Freire para sempre.
Registro de institutofreire.com.br, coleta de fotos, títulos e tratamentos, e a lista de dúvidas que mais chegam no WhatsApp.
Ficha reivindicada e completada. Os dois biolinks entram na bio, no lugar do Linktree e do link direto.
Site no ar com as páginas de tratamento, os 6 artigos, schema, llms.txt, GA4, Search Console e Bing.
Novos artigos, publicações na ficha, pedidos de avaliação e relatório do que está trazendo paciente.
Tudo neste relatório foi levantado com dados públicos e reais dos dois perfis. A versão final do site parte daqui, com o material e os ajustes que eles pedirem.
Proposta Sales Land, outubro de 2026. Projeção ilustrativa, com taxas de conversão conservadoras; não é garantia de resultado nem de posição no Google. Fotos e casos clínicos só são publicados com autorização de uso de imagem, dentro das normas do CFM e do CFO. Valores válidos por 15 dias. Registro do domínio pago à parte pelo titular (cerca de R$ 40/ano no registro.br).